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domingo, 1 de setembro de 2013
sábado, 31 de agosto de 2013
Apenas imagina...
"I close my eyes
Only for a moment
And the moment's gone.
All my dreams
Pass before my eyes, a curiosity.
Dust in the wind.
All they are is dust in the wind."
Only for a moment
And the moment's gone.
All my dreams
Pass before my eyes, a curiosity.
Dust in the wind.
All they are is dust in the wind."
(Dust in the wind - Kansas)
Dizem que os deuses detêm o poder, mas que só os homens possuem o dom da criatividade. Criatividade essa capaz de abrigar um universo incrivelmente complexo dentro de uma unica mente. Este inteiramente sustentado por simples reações químicas e correntes elétricas, se dobrando perante suas próprias regras, ou simplesmente desprezando por completo a existência delas.
Muitos dizem que isso é coisa de loucos, viver em um mundo de fantasias vagueando por aí sem sair do lugar. Em parte eu concordo eles, é preciso ser louco pra olhar uma tela em branco e dela fazer dela uma obra de arte, pegar um punhado de barro e molda-lo, ou mesmo mentalizar sons inaudíveis transformando-os em notas, acordes e depois em uma música.
A linha que separa a genialidade da loucura é tão tênue, que se torna impossível de distingui-los. Em todas as partes haverá gênios internados em hospícios e loucos enaltecidos pelo publico. E o que define um e outro é apenas obra do acaso, ou é tudo fruto de uma mente tão louca e genial quanto de qualquer um de nós.
O fato é que todos somos assim, um pouco dos dois. Imaginamos e criamos coisas o tempo todo, não há como fugir disso. De alguma forma é como se fosse uma necessidade, uma forma de expressar o que somos, o que fazemos e o que queremos. Imagina o que poderíamos fazer se fossem-nos concedidos sete dias, apenas imagina.
- Caio Karoba
Muitos dizem que isso é coisa de loucos, viver em um mundo de fantasias vagueando por aí sem sair do lugar. Em parte eu concordo eles, é preciso ser louco pra olhar uma tela em branco e dela fazer dela uma obra de arte, pegar um punhado de barro e molda-lo, ou mesmo mentalizar sons inaudíveis transformando-os em notas, acordes e depois em uma música.
A linha que separa a genialidade da loucura é tão tênue, que se torna impossível de distingui-los. Em todas as partes haverá gênios internados em hospícios e loucos enaltecidos pelo publico. E o que define um e outro é apenas obra do acaso, ou é tudo fruto de uma mente tão louca e genial quanto de qualquer um de nós.
O fato é que todos somos assim, um pouco dos dois. Imaginamos e criamos coisas o tempo todo, não há como fugir disso. De alguma forma é como se fosse uma necessidade, uma forma de expressar o que somos, o que fazemos e o que queremos. Imagina o que poderíamos fazer se fossem-nos concedidos sete dias, apenas imagina.
- Caio Karoba
terça-feira, 16 de julho de 2013
Um fio de pensamento.
Uma vez alguém me disse:
"Nós fomos feitos do pó das estrelas"
Seria um tanto egoísta sentar ao relento, olhar pras estrelas e esperar uma resposta. Tal qual um rico colecionador de artes que passa sua vida admirando uma obra abstrata, sempre esperando enxergar algo em meio aquelas pinceladas revoltosas de cores diferentes. Acontece que as respostas não estão nas estrelas, muito menos nos lugares que ainda podemos enxergar.
Chega a ser incrivelmente engraçado, e um tanto trágico, como coisas tão pequenas podem arrastar mundos e devastar universos. Uma passo em falso, uma palavra errada, e de repente as cartas voam das nossas mãos, levadas embora por ventos que muitas vezes sopramos, sem nunca pensar no furacão que um dia podem se tornar.
Não existe um caminho fácil, e nem desculpa pra se cometer o mesmo erro. As vezes perdemos o jogo, outras nem mesmo apostamos. Ninguém ganha e ninguém perde, ninguém sorri e ninguém chora, deixando de lado as fichas e tentando esquecer que um dia elas existiram.
Seria lindo, se não fosse trágico. Sentar ao relento, olhar pras estrelas e se perguntar porque elas também não esquecem.
- Caio Karoba
quarta-feira, 10 de julho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Sexta com pipoca! #06
Apresento a vocês a ruiva mais gata de todas as ruivas gatas, Ruby Sparks!
Faz um tempão que eu queria assistir a esse filme, pensei que seria legal e divertido, tal qual a maioria das comédias românticas. Agora posso falar com toda certeza que esse filme não é legal, ele é incrível e foi brilhantemente realizado.
Logo de cara nos deparamos com Calvin, um jovem escritor que mesmo tendo publicado uma unica obra, já é renomado pelos críticos e aclamado pelo público. Com o passar do tempo, todos querem saber qual vai ser a sua nova obra, e começam a pressiona-lo por informações sobre mesma. O problema é que Calvin não tem escrito nada, e por mais que tente a inspiração nunca vêm.
Durante uma consulta com seu analista, lhe é aconselhado que escreva qualquer coisa como forma uma de exercício, que saia mais de casa e encontre algum amigo que não seja o seu irmão. Ele começa a escrever sobre uma garota que viu nos seus sonhos, e logo não consegue mais parar. Aos poucos a garota toma forma, personalidade, sentimentos, até que começa a se tornar real para Calvin.
Uma noite o jovem adormece sobre sua maquina de escrever, e quando acorda está atrasado para algum compromisso importante, mas quando desce as escadas ele se depara com uma coisa inexplicável. Dentro da sua casa tem uma garota chamada Ruby, e sim, é a garota que ele criou com suas próprias palavras.
Como eu já falei antes, é um filme incrível. Ele vai além de uma simples comédia romântica, e consegue explorar um outro lado do dilema. Esse vai pra lista dos filmes que você tem de assistir antes de morrer.
-Caio Karoba
ASSISTA O TRAILER:
Bônus:
Essa musica não tá no filme, mas deveria estar. Escuta aí!
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